Mostrando postagens com marcador Física e Química. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Física e Química. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Física - Corrente Elétrica

CONDUTORES E ISOLANTES

Condutor elétrico é todo corpo que permite a movimentação de carga no seu interior. Caso não seja possível essa movimentação, então o corpo é chamado de isolante elétrico.
A seguir mostramos numa tabela alguns condutores e alguns isolantes:
     Bons Condutores        Bons Isolantes
      Metais em geral              Vidro
      Grafite                            Cera
      Cerâmica                        Borracha
      Água                              Seda
Os condutores elétricos mais comuns são os metais, que caracterizam-se por possuírem grande quantidade de elétrons-livres, por exemplo: o alumínio possui 2 elétrons na última camada, já o ferro possui 2 e o cobre possui 1. Esses elétrons possuem uma ligação fraca com o núcleo, tendo certa liberdade de movimentação, o que confere condutibilidade aos metais.
Normalmente, o movimento o movimento dos elétrons livres no metal é caótico e imprevisível. No entanto, em certas condições, esse movimento torna-se ordenado, constituindo o que chamamos de corrente elétrica.
IMPORTANTE: CORRENTE ELÉTRICA É O MOVIMENTO ORDENADO DE CARGAS ELÉTRICAS.
Embora a corrente elétrica nos metais seja constituída de elétrons em movimento ordenado, por convenção, tradicionalmente aceita, admite-se que o sentido da corrente elétrica é oposto ao movimento dos elétrons.
Corrente elétrica
Portanto de agora em diante iremos utilizar o sentido convencional, para indicar o sentido da corrente elétrica.


INTENSIDADE DE CORRENTE ELÉTRICA

Definimos intensidade de corrente elétrica como sendo a quantidade de carga que passa numa seção transversal de um condutor durante um certo intervalo de tempo.
Corrente elétrica
É importante dizer que seção transversal é um corte feito no fio para medir, como num pedágio, quantos elétrons passa por ali num intervalo de tempo.
Portanto, podemos escrever que:
Corrente elétrica
UNIDADES NO SI:
Q = carga elétrica > Coulomb (C)
Delta t = intervalo de tempo > segundo (s)
i =  intensidade de corrente elétrica > Coulomb por segundo (C/s) = Ampere (A)
IMPORTANTE: FREQÜENTEMENTE UTILIZAMOS SUBMÚLTIPLOS DO AMPERE.
1 mA = 10-3 A (miliampere)
1 uA = 10-6 A (microampere)
Quando a corrente elétrica mantém sentido invariável ela é denominada corrente contínua (C.C.). Caso o sentido da corrente elétrica se modifique no decorrer do tempo, ela é denominada corrente alternada (C.A.)


TENSÃO ELÉTRICA OU DIFERENÇA DE POTENCIAL (d.d.p)

Normalmente as cargas elétricas livres de um condutor metálico isolado estão em movimento desordenado, caótico.  Falamos anteriormente que em certas condições podemos transformar este movimento desordenado em movimento ordenado, basta ligarmos as extremidades do condutor aos terminais de um dispositivo chamado gerador. A função do gerador é fornecer às cargas elétricas energia elétrica, evidentemente à custa de outra forma de energia. Resumindo, um gerador é o dispositivo elétrico que transforma um tipo qualquer de energia em energia elétrica.
São exemplos de geradores as pilhas, as baterias de relógio e as baterias de automóvel.
A medida que as cargas se movimentam elas se chocam com os átomos que constituem a rede cristalina do condutor, havendo uma conversão de energia elétrica em energia térmica. Assim, as cargas elétricas irão “perdendo” a energia elétrica que receberam do gerador. Portanto, considerando o condutor representado na figura 5 na extremidade B cada carga elementar possui uma energia elétrica EB menor que a energia elétrica na extremidade A EA (EB < EA).
Corrente elétrica
A relação entre energia elétrica que a partícula possui num determinado ponto do condutor e a sua carga elétrica (carga elementar) define uma grandeza física chamada de potencial elétrico (V).
  Corrente elétrica   e   Corrente elétrica
Entre esses pontos haverá uma diferença de potencial elétrico (d.d.p.) ou tensão elétrica (U), dada por:
 Corrente elétrica   onde VA > VB

UNIDADES NO SI:
E = energia > Joule (J)
e = carga elementar > Coulomb (C)
V = potencial elétrico > Joule por Coulomb =  Volt (V)
U = d.d.p. > Joule por Coulomb =  Volt (V)

ENTENDA MELHOR O QUE É d.d.p
Para uma melhor compreensão da importância da d.d.p. dentro da eletricidade iremos fazer uma analogia com a hidrostática.
Observe a figura 5a abaixo e note que o nível do líquido é o mesmo dos dois lados do tubo (vaso comunicante). Neste caso não existe movimento do líquido para nenhum dos dois lados. Para que ocorra movimento é necessário um desnivelamento entre os dois lados do tubo (observe a figura 5b).
Corrente elétricaCorrente elétrica
          Figura 5a                                 Figura 5b
Neste caso o líquido tenderá a se mover até que os dois lados do tubo se nivelem novamente (figura 5c). Podemos concluir que para existir movimento é necessário que exista uma diferença de nível entre os dois lados do tubo (d.d.n.).
Corrente elétricaCorrente elétrica
           Figura 5c                               Figura 5d
Para que o líquido fique sempre em movimento, podemos colocar uma bomba para retirar a água de um lado para o outro, fazendo com que sempre haja uma d.d.n. entre os dois tubos (figura 5d).
Podemos fazer uma analogia da situação descrita anteriormente com o movimento das cargas elétricas. Para isso vamos trocar os tubos por condutores elétricos (fios), a bomba por um gerador (pilha) e passaremos a ter a seguinte situação:
Corrente elétrica
Da mesma forma que a bomba mantém uma diferença de nível para manter o movimento do líquido, o gerador mantém a diferença de potencial elétrico (d.d.p.) para manter o movimento ordenado de elétrons. Esquematicamente temos:
Corrente elétrica 
Pode-se verificar que no condutor, o sentido da corrente elétrica é da extremidade de maior potencial (pólo positivo) para a extremidade de menor potencial (pólo negativo).

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Condutores e isolantes

Todos os corpos são constituídos por átomos e estes são formados por partículas com pequenas dimensões que são os nêutrons, os prótons e os elétrons. Os nêutrons juntamente com os prótons ficam no interior do núcleo, e os elétrons ficam na eletrosfera. Para manter esses elétrons sempre em órbita na eletrosfera, existem forças internas que os seguram, não deixando que os mesmos escapem. No entanto existe materiais que possuem elétrons livres, por isso conduzem melhor a corrente elétrica.
O que determina se um material é condutor ou isolante é justamente a existência dos elétrons livres. São condutores aqueles materiais onde há possibilidade de trânsito da corrente elétrica pela presença de elétrons livres, por exemplo, o ferro. São isolantes os que possuem os elétrons fortemente ligados ao núcleo atômico, ou seja, eles não possuem elétrons livres ou a quantidade é tão pequena que pode ser desprezada. Dessa maneira, não permitem passagem de corrente elétrica. Um exemplo do nosso cotidiano é a lâmpada, seu funcionamento é explicado por um circuito elétrico onde precisamos de: fios que são bons condutores
gerador, que libera a carga
interruptor,  que liga e desliga o circuito
receptor, que recebe a carga
Abaixo tem um exemplo de circuito elétrico: 
 

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Física

Cinemática:
Quando observamos um carro sendo levado por um guincho em uma avenida consideramos que ele está em movimento ou em repouso? Em relação à rua o carro está em movimento, certamente, mas em relação ao guincho está em repouso. Portanto, para afirmarmos que um corpo está em repouso precisamos escolher um corpo como referência, isto é, precisamos de referencial. 
Considere agora um móvel P em movimento em relação a um determinado referencial. Para localizarmos P em cada instante t, devemos adotar um ponto O como origem e orientar a trajetória num dos dois sentidos possíveis. A medida algébrica do arco de trajetória OP recebe o nome de espaço s do móvel, no instante t.
 Exemplo:                    O______CARRO_______P(t)
                                    De O até P(t) é o espaço s
Variação de espaço: 
Variação de espaço= s²-s¹

Exercícios:
1) Uma moto percorre uma estrada e seu espaço s varia com o tempo t, conforme a tabela:
t(h)          0             0,5              1,0              1,5                    2,0
s(km)     30             55               85               105                  130

Determine:
a) O espaço inicial
b) O espaço no instante t=1,0
c) A variação de espaço entre os instantes t¹=0,5h e t²=2,0h

2) Uma pessoa, fazendo sua caminhada diária, percorre uma pista, e a função horária de seu movimento é dada por S = 500 + 2t (no SI). Determine:
a) a posição inicial;
b) a posição no instante t=250s;
c) o instante em que a pessoa atinge a posição 1200 m;
d) a variação de espaço entre os instantes 100 s e 200 s.

3)Leia com atenção a tira da Turma da Mônica mostrada a seguir e analise as afirmativas
I. Cascão encontra-se em movimento em relação ao skate e também em relação ao amigo Cebolinha.
II. Cascão encontra-se em repouso em relação ao skate, mas em movimento em relação ao amigo Cebolinha.
III. Em relação a um referencial fixo fora da Terra, Cascão jamais pode estar em repouso.
Estão corretas:
a) apenas I           b) I e II           c) I e III           d) II e III           e) I, II e III

Velocidade escalar média e velocidade escalar instantânea.

Um automóvel inicia sua viagem no marco 60 km de uma estrada, às 9 horas da manhã. Às 11 horas, o automóvel está passando pelo marco 200 km. Isso significa que , no intervalo de tempo variação de tempo= t² - t¹ = 11h - 9h = 2h, o automóvel sofreu uma variação de espaço = s²- s¹ = 200 km - 60km=140 km. Se dividirmos os dois achamos a Vm: Vm= Variação de espaço/Varação de tempo. Para saber o que acontece em cada instante, é preciso conhecer  a velocidade escalar instantânea. Esta pode ser entendida como uma Vm para um intervalo de tempo muito pequeno, isto é t¹ e t² muito próximos.

 Aceleração escalar média e aceleração escalar instantânea.

Em um anúncio de jornal, um fabricante de automóveis demonstra o desempenho de seu veículo dizendo que sua velocidade aumenta de 0 a 80 km/h. Assim, no intervalo de tempo igual a 10 s, a variação de velocidade é 80 km/h. Dividindo a variação de velocidade pelo correspondente intervalo de tempo, obtemos uma grandeza chamada aceleração média. A aceleração instantânea pode ser entendida como uma aceleração média para um intervalo de tempo muito pequeno, isto é t¹ e t² muito próximos


Movimento progressivo e movimento retrógrado.
Vimos que a trajetória de um móvel deve ser orientada para que possamos localizá-lo em cada instante. Uma vez orientada a trajetória, podem ocorrer duas situações:

  • O móvel se desloca no sentido adotado para a trajetória. Nesse caso o movimento é progressivo
  • O móvel se desloca em sentido oposto ao adotado para a trajetória. Nesse caso o movimento é retrógrado

Movimento acelerado e movimento retardado
Os movimentos, cuja velocidade escalar varia com o decorrer do tempo, são chamados movimentos variados. Os movimentos variados são classificados em acelerado e retardado, conforme o modo pelo qual varia o valor absoluto da velocidade escalar. Movimento acelerado: É o movimento variado em que a velocidade aumenta no decorrer do tempo. Movimento retardado: É o movimento variado em que  a velocidade diminui no decorrer do tempo.


Movimento Uniforme
Quando um móvel se desloca com uma velocidade constante, diz-se que este móvel está em um movimento uniforme (MU). Particularmente, no caso em que ele se desloca com uma velocidade constante em trajetória reta, tem-se um movimento retilíneo uniforme.
Uma observação importante é que, ao se deslocar com uma velocidade constante, a velocidade instantânea deste corpo será igual à velocidade média, pois não haverá variação na velocidade em nenhum momento do percurso.
A equação horária do espaço pode ser demonstrada a partir da fórmula de velocidade média.
Por exemplo:
Um tiro é disparado contra um alvo preso a uma grande parede capaz de refletir o som. O eco do disparo é ouvido 2,5 segundos depois do momento do golpe. Considerando a velocidade do som 340m/s, qual deve ser a distância entre o atirador e a parede?
 
Aplicando a equação horária do espaço, teremos:
, mas o eco só será ouvido quando o som "ir e voltar" da parede. Então .
É importante não confundir o s que simboliza o deslocamento do s que significa segundo. Este é uma unidade de tempo. Para que haja essa diferenciação, no problema foram usados: S (para deslocamento) e s(para segundo).





No estudo dos movimentos variados tem particular importância o movimento variado uniformemente. Nesse tipo de movimento, também conhecido como movimento uniformemente variado, a velocidade varia de uma maneira regular, ou seja, em intervalos de tempos iguais ocorrem iguais variações de velocidades. A identificação de um movimento uniformemente variado pode ser feita por meio de uma tabela, de um gráfico ou ainda por suas funções horárias.

Uma vez que em intervalos de tempos iguais, as variações de velocidade são iguais, temos a seguinte definição:
No movimento uniformemente variado, a aceleração escalar é constante e não nula.
Matematicamente, temos:

Grandezas escalares e grandezas vetoriais
Podemos dividir as grandezas físicas em dois grupos: o das grandezas escalares e o das grandezas vetoriais. As grandezas escalares ficam perfeitamente caracterizadas quando atribuímos a elas um valor numérico e a unidade correspondente. São exemplos de grandezas escalares a massa, o volume, a temperatura e a energia.
As grandezas vetoriais, além do módulo(valor numérico, não negativo), necessitam de informações sobre direção e sentido para uma completa caracterização. São exemplos de grandezas vetoriais a velocidade, a aceleração e a força.

Ácidos

Muita atenção nesse assunto, qualquer erro faz você errar tudo e são MUITOS detalhes.
Ácidos:
     -Hidrácidos: são ácidos que não possuem oxigênio em sua molécula. A nomenclatura desse tipo de ácido é simples e fácil. ácido + nome do elemento+ídrico.
Exemplo: HF - ácido fluorídrico
               HCl - ácido clorídrico
               HCN - ácido cianídrico
Atenção nesse último exemplo, observe que ele é formado por 3 elementos H; C; N, então a junção de C com N fica cianeto.

Oxiácidos: são ácidos que possuem oxigênio em sua composição. A nomenclatura é mais trabalhosa e com mais exceções. Para saber a nomenclatura temos que achar o Nox:
H= +1                    HBrO³                  
O= -2                    X+1-6=0
                              X-5=0
                              X=+5                 O Nox é +5

Quando o Nox for +7: ácido  per___________ico
Quando o Nox for +5: ácido ______________ico
Quando o Nox for +3: ácido ______________oso
Quando o Nox for +1: ácido hipo___________oso

Mas ATENÇÃO as exceções:
Na família 6a, SOMENTE na 6a se o Nox for +6 bota-se: _________ico
                                                         Nox for +4 bota-se:_________oso
Na família 5a o Nox SÓ pode ser +5; +3; +1
Na família 4a se o Nox for +4 bota-se:_________ico
                     se o Nox for +3 bota-se: _________ico

Ácidos metálicos:
HMnO4 - ácido permangânico
H²CrO4 - ácido crômico
H²Cr²O7 - ácido dicrômico
Só ira cair esses 3 tipos acima.

Geometria molecular

Linear
Ex: 
Para moléculas diatômicas (com dois átomos).
Polar – átomos diferentes: HCl       H – Cl
Apolar – átomos iguais: H²             H – H

Para moléculas triatômicas (com três átomos), sem sobra de elétrons do elemento central. Apolares.
Formam um ângulo de 180°.
CS²              S – C – S         

Angular
Para moléculas triatômicas com sobra de elétrons. Polares.
Formam um ângulo de 109°28´.
Trigonal Planar
Para moléculas tetratômicas sem sobra de elétrons. Apolares.


Piramidal
Para moléculas tetratômica, com sobra de um par de elétrons. Polares.
      
    
Tetraédrica
Para moléculas pentatômicas com átomo central. Apolares.
           

Polaridade molecular

                                                    Uma molécula pode ser polar ou apolar.
Polaridade molecular
Polar:                                                                                          Apolar:
- Átomos diferentes: HBr                                                  - Átomos iguais: Br²
- Geometria imperfeita: Angular                                         - Geometria perfeita: Linear;
   e piramidal                                                                     Trigonal plana; Tetraédrica
- Quando for formada por 3                                              
ou mais elementos químicos
ATENÇÃO
Pessoal lembrem que quando tiver 3 ou mais elementos químicos é Polar, não olha a geometria se tiver 3 ou mais é POLAR

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Ligação Covalente


LIGAÇÃO COVALENTE

A ligação covalente, geralmente é feita entre os não-metais e não metais, hidrogênio e não-metais e hidrogênio com hidrogênio.
Esta ligação é caracterizada pelo compartilhamento de elétrons. O hidrogênio possui um elétron na sua camada de valência. Para ficar idêntico ao gás nobre hélio com 2 elétrons na última camada. Ele precisa de mais um elétron. Então, 2 átomos de hidrogênio compartilham seus elétrons ficando estáveis:
Ex.  H (Z = 1)  K = 1
 H    →   H2
O traço representa o par de elétrons compartilhados.
Nessa situação, tudo se passa como se cada átomo tivesse 2 elétrons  em sua eletrosfera. Os elétrons pertencem ao mesmo tempo, aos dois átomos, ou seja, os dois átomos compartilham os 2 elétrons. A menor porção de uma substância resultante de ligação covalente é chamada de molécula. Então o H2 é uma molécula ou um composto molecular. Um composto é considerado composto molecular ou molécula quando possui apenas ligações covalentes
Observe a ligação covalente entre dois átomos de cloro:

Fórmula de Lewis ou Fórmula Eletrônica

Cl – Cl
Fórmula Estrutural

Cl 2
Fórmula Molecular
Conforme o número de elétrons que os átomos compartilham, eles podem ser mono, bi, tri ou tetravalentes.
A ligação covalente pode ocorrer também, entre átomos de diferentes elementos, por exemplo, a água.

Fórmula de Lewis

 
Fórmula Estrutural

H2O
Fórmula Molecular 
A água, no exemplo, faz três ligações covalentes, formando a molécula H2O. O oxigênio tem 6é na última camada e precisa de 2é para ficar estável. O hidrogênio tem 1 é e precisa de mais 1é para se estabilizar. Sobram ainda dois pares de elétrons sobre o átomo de oxigênio.
A ligação covalente pode ser representada de várias formas.
As fórmulas em que aparecem indicados pelos sinais   .   ou    são chamadas de fórmula de Lewis ou fórmula eletrônica.
Quando os pares de elétrons são representados por traços (-) chamamos de fórmula estrutural plana, mostrando o número de ligações e quais os átomos estão ligados.
A fórmula molecular é a mais simplificada, mostrando apenas quais e quantos átomos têm na molécula.
Veja o modelo:
                    H .  .  H                                   H  H                                   H2
Fórmula de Lewis ou eletrônica    Fórmula Estrutural Plana     Fórmula Molecular

terça-feira, 2 de julho de 2013

Prisma e lentes

Lentes convergentes
Aproximam a imangem 
Lentes divergente
Afastam a imagem
Prisma 
        Quando a luz branca passa por um refrator e se decompõe em várias cores e depois se recompõe em luz branca. O refrator pode ser um prisma ;)

Calor específico e Capacidade térmica

O calor específico consiste na quantidade de calor que é necessário fornecer à unidade de massa de uma substância para elevar a sua temperatura de um grau e expressa-se em calorias por grama e por grau. Para o caso da água, o calor específico foi convencionado ser de 1 cal/kg.

Capacidade térmica ou capacidade calorífica é a grandeza física que determina a variação térmica de um corpo ao receber determinada quantidade de calor. O valor da capacidade térmica é correspondente à quantidade de calor necessária para elevar a temperatura do corpo em uma unidade de variação de temperatura. A unidade usada no SI é J/K (Joule por Kelvin).

Última postagem - Valência e Ligações químicas

Valência
Na químicavalência é um número que indica a capacidade que um átomo de um elemento tem de se combinar com outros átomos, capacidade essa que é medida pelo número de elétrons que um átomo pode dar, receber, ou compartilhar de forma a constituir uma ligação química.


LIGAÇÕES QUÍMICAS
Os átomos dificilmente ficam sozinhos na natureza. Eles tendem a se unir uns aos outros, formando assim tudo o que existe hoje.
Alguns átomos são estáveis, ou seja, pouco reativos. Já outros não podem ficar isolados. Precisam se ligar a outros elementos. As forças que mantêm os átomos unidos são fundamentalmente de natureza elétrica e são chamadas de Ligações Químicas.
Toda ligação envolve o movimento de elétrons nas camadas mais externas dos átomos, mas nunca atinge o núcleo.
 
ESTABILIDADE DOS GASES NOBRES
De todos os elementos químicos conhecidos, apenas 6, os gases nobres ou raros, são encontrados na natureza na forma de átomos isolados. Os demais se encontram sempre ligados uns aos outros, de diversas maneiras, nas mais diversas combinações.
Os gases nobres são encontrados na natureza na forma de átomos isolados porque eles têm a última camada da eletrosfera completa, ou seja, com 8 elétrons. Mesmo o hélio, com 2 elétrons, está completo porque o nível K só permite, no máximo, 2 elétrons.
Regra do Octeto – Os elementos químicos devem sempre conter 8 elétrons na última camada eletrônica ou camada de valência. Na camada K pode haver no máximo 2 elétrons. Desta forma os átomos ficam estáveis, com a configuração idêntica à dos gases nobres.
Observe a distribuição eletrônica dos gases nobres na tabela a seguir:
NOME
SÍMBOLO
Z
K
L
M
N
O
P
Q
HÉLIO
He
2
2
-
-
-
-
-
-
NEÔNIO
Ne
10
2
8
-
-
-
-
-
ARGÔNIO
Ar
18
2
8
8
-
-
-
-
CRIPTÔNIO
Kr
36
2
8
18
8
-
-
-
XENÔNIO
Xe
54
2
8
18
18
8
-
-
RADÔNIO
Rn
86
2
8
18
32
18
8
-

A estabilidade dos gases nobres deve-se ao fato de que possuem a última camada completa, ou seja, com o número máximo de elétrons que essa camada pode conter, enquanto última. Os átomos dos demais elementos químicos, para ficarem estáveis, devem adquirir, através das ligações químicas, eletrosferas iguais às dos gases nobres.
Há três tipos de ligações químicas:
Ligação Iônica – perda ou ganho de elétrons.
Ligação Covalente – compartilhamento de elétrons.
Ligação Metálica – átomos neutros e cátions mergulhados numa "nuvem" de elétrons.
LIGAÇÃO IÔNICA
A ligação iônica é resultado da alteração entre íons de cargas elétricas contrárias (ânions e cátions).
Esta ligação acontece, geralmente, entre os metais e não-metais.
Metais – 1 a 3 elétrons na última camada; tendência a perder elétrons e formar cátions. Elementos mais eletropositivos ou menos eletronegativos.
Não-Metais – 5 a 7 elétrons na última camada; tendência a ganhar elétrons e formar ânions. Elementos mais eletronegativos ou menos eletropositivos.
Então:
METAL + NÃO-METAL →  LIGAÇÃO IÔNICA
Exemplo: Na e Cl
Na (Z = 11)   K = 2  L = 8  M = 1
Cl (Z = 17)    K = 2  L = 8  M = 7
O Na quer doar 1 é          →     Na+ (cátion)
O Cl quer receber 1 é      →     Cl –  (ânion)
O cloro quer receber 7é na última camada. Para ficar com 8é (igual aos gases nobres) precisa de 1é.

  Na+          Cl        →         NaCl
cátion       ânion             cloreto de sódio

As ligações iônicas formam compostos iônicos que são constituídos de cátions e ânions. Tais compostos iônicos formam-se de acordo com a capacidade de cada átomo de ganhar ou perder elétrons. Essa capacidade é a valência.
Exemplo: Mg e Cl
  Mg+2                 Cl 1-              →                 MgCl2
cátion         ânion              cloreto de magnésio
Pode-se utilizar a “Regra da Tesoura”, onde o cátion passará a ser o número de cloros (não-metal) na fórmula final e o ânion será o número de magnésio (metal).
Outro exemplo: Al e O
  Al +3              O -2                →                     Al2O3
cátion           ânion                   óxido de alumínio
Neste caso, também foi utilizada a “Regra da Tesoura”.
A fórmula final será chamada de íon fórmula.
LIGAÇÃO COVALENTE
A ligação covalente, geralmente é feita entre os não-metais e não metais, hidrogênio e não-metais e hidrogênio com hidrogênio.
Esta ligação é caracterizada pelo compartilhamento de elétrons. O hidrogênio possui um elétron na sua camada de valência. Para ficar idêntico ao gás nobre hélio com 2 elétrons na última camada. Ele precisa de mais um elétron. Então, 2 átomos de hidrogênio compartilham seus elétrons ficando estáveis:
Ex.  H (Z = 1)  K = 1
 H    →   H2
O traço representa o par de elétrons compartilhados.
Nessa situação, tudo se passa como se cada átomo tivesse 2 elétrons  em sua eletrosfera. Os elétrons pertencem ao mesmo tempo, aos dois átomos, ou seja, os dois átomos compartilham os 2 elétrons. A menor porção de uma substância resultante de ligação covalente é chamada de molécula. Então o H2 é uma molécula ou um composto molecular. Um composto é considerado composto molecular ou molécula quando possui apenas ligações covalentes
Observe a ligação covalente entre dois átomos de cloro:

Fórmula de Lewis ou Fórmula Eletrônica

Cl – Cl
Fórmula Estrutural

Cl 2
Fórmula Molecular
Conforme o número de elétrons que os átomos compartilham, eles podem ser mono, bi, tri ou tetravalentes.
A ligação covalente pode ocorrer também, entre átomos de diferentes elementos, por exemplo, a água.

Fórmula de Lewis

 
Fórmula Estrutural

H2O
Fórmula Molecular 
A água, no exemplo, faz três ligações covalentes, formando a molécula H2O. O oxigênio tem 6é na última camada e precisa de 2é para ficar estável. O hidrogênio tem 1 é e precisa de mais 1é para se estabilizar. Sobram ainda dois pares de elétrons sobre o átomo de oxigênio.
A ligação covalente pode ser representada de várias formas.
As fórmulas em que aparecem indicados pelos sinais   .   ou    são chamadas de fórmula de Lewis ou fórmula eletrônica.
Quando os pares de elétrons são representados por traços (-) chamamos de fórmula estrutural plana, mostrando o número de ligações e quais os átomos estão ligados.
A fórmula molecular é a mais simplificada, mostrando apenas quais e quantos átomos têm na molécula. 




Tabela Periódica - Também tem no livro página: 202

Elemento Químico

Elemento Químico
Elemento Químico é um conjunto formado por átomos que possuem o mesmo número de prótons em seu núcleo, isto é, o mesmo número atômico (Z). Cada elemento é reconhecido por um símbolo. O ouro, por exemplo, tem símbolo Au e o Mercúrio é o Hg.


Quais os principais elementos químicos que entra na constituição dos seres vivos?


Os principais são: Carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio.
Esses quatro elementos são os mais abundantes no ser vivo, constituindo 95% ou mais de sua massa.

A estrutura do átomo


A estrutura do átomo

O átomo tem como composição os elétrons, prótons e nêutrons. Os prótons tem carga positiva, os elétrons têm carga negativa e os nêutrons como o próprio nome diz não tem carga. Referente ao peso o elétron tem peso quase igual à zero enquanto os nêutrons e os prótons tem peso igual a um.

Número atômico: representa a quantidade de prótons
Número de massa: representa o peso do átomo

Íons: é quando o átomo perde ou ganha elétrons
Cátion: é quando o átomo é positivo, isso significa que ele perdeu um elétron.
Ânion: é quando o átomo ganha um elétron, desse modo ele fica negativo

Isótopos: é quando os átomos tem a mesma quantidade de prótons
Isóbaros: é quando os átomos tem a mesma quantidade de massa
Isotonos: é quando os átomos tem a mesma quantidade de nêutrons

Níveis energéticos

Distribuição dos Elétrons nos Átomos
No modelo Rutherford-Bohr, os elétrons giram ao redor do núcleo em diferentes órbitas. Um conjunto que está a uma mesma distância do núcleo é chamado de Camada Eletrônica.

Estas camadas que são sete no total são divididas em letras que só podem suportar uma determinada quantidade de elétrons:

Letra -> quantidade máxima
K -> 2
L -> 8
M -> 18
N -> 32
O -> 32
P -> 18
Q -> 8
Vamos aprender à fazer a distribuição de elétrons, através do diagrama de Linus Pauling:

1s²
2s² 2p6
3s² 3p6 3d10
4s² 4p6 4d10 4f14
5s² 5p6 5d10 5f14
6s² 6p6 6d10
7s² 7p6
Na ordem energética fica:
1s² 2s² 2p6 3s² 3p6 4s² 3d10 4p6 5s² 4d10 5p6 6s² 4f14 5d10 6p6 7s² 5f14 6d10 7p6
É só fazer nesta sequencia, mas tem umas regras
Que é à do “d”, sempre que terminar em “d4” nós devemos tirar um elétron da camada de maior energia ou se preferir à de maior número e adicionar na do “d” e isso vale também para o “d9”, no caso sempre vai terminar em d5 e d9.

Quantidade de Calor

Quantidade de Calor
A quantidade de calor recebida ou cedida por um corpo, ao sofrer variação de temperatura sem que haja mudança de fase, é denominada calor sensível.
Q = m.c.Dt
Q = quantidade de calor (cal)
m = massa (g)
c = calor específico (cal/g. ºC)
Dt = variação da temperatura (º C)
Dt = tF - tI

Modelo atômico


Modelo atômico

O conceito de átomo começou antes de cristo quando Demócrito disse que toda matéria era construída por partículas minúsculas, individuais denominadas átomos.
Os principais modelos:

O modelo de John Dalton – bola de bilhar-1808:
*Segundo Dalton os átomos são partículas reais, descontinuas e indivisíveis e permanecem inalterada nas reações.
*os átomos de um mesmo elemento são iguais de peso invariável
*os átomos de diferentes elementos são diferentes entre si

O modelo de Thompson-pudim de passas-1897
*Thompson criou uma experiência na qual colocou um feixe de elétrons (raio catódico) que é criado por cátodo no caminho ele colocou imãs positivos de um lado e negativos do outro para ver o desvio do feixe
*o feixe de elétrons caminha em linha reta
* o feixe de elétrons está presente em toda matéria
*se o raio catódico sair do negativo vai ser negativo
*os raios catódicos são partículas menores que o átomo
*eles se chamam de elétrons
*ele recebe carga negativa

O modelo de Rutherford-sistema solar-1908
*Rutherford pegou um polônio radioativo com carga positiva e pegou duas laminas de chumbo e colocou na frente do feixe e colocou uma lamina de ouro e ao seu redor um anteparo móvel recoberto por sulfeto de zinco.
*o átomo tem um imenso vazio (eletrosfera)
*núcleo (positivo/denso) no centro
*modelo baseado na órbita eletrônica

O modelo de Bohr-sistema solar-1911
*o elétron em uma camada não ganha e nem perde energia
*o elétron ganha energia, ele salta para camada mais externa.
*ao retornar para o nível mais interno ele libera quantum de energia.

O modelo de atômico atual-1925
*Erwin Schrodinger, Louis Victor de Broglie e Werner Heisenberg
*nível (n) => n = 1 a 7 camadas -> subnivel (l) -> orbital (m) -> spin (s) {[(localização)]}
Para entender este conceito vamos fazer o seguinte a camada se representa por uma cidade. O subnivel é representado por um bairro. A orbital seria a rua e o Spin é representado pela casa, mas ele é o único que não pode ser descoberto só podemos descobrir ou a localização ou sua velocidade.
*Cátions – perde elétrons (+)
*Ânions – ganha elétrons (-)